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Qual impressora 3D comprar

Não é sobre ter dinheiro ou não: é sobre para que você vai usar. Se está começando, comece por uma máquina versátil e barata, aprenda o fluxo nela e evolua depois. Abaixo estão os três degraus que Giovanni indica, com o que cada máquina resolve, o que ela não faz e a relação comercial que a Hajime tem com quem as vende.

Declaração de interesse, antes da indicação e não depois dela. As três máquinas indicadas aqui têm relação diferente com a Hajime, e vale saber qual é qual. A Elegoo é revendida no Brasil pela Makertech Labs, e a Straumann comercializa uma versão da Midas: as duas são parceiras do Clube de Vantagens da Hajime. Já a linha Pro S da SprintRay é vendida aqui pela S.I.N. Implant System, que não é parceira do Clube. Conferido em 02/09/2026.

A ordem das coisas importa, e é esta: Giovanni procurou esses parceiros porque já usava e confiava nos produtos deles, e não o contrário. Nenhum deles pagou por esta indicação, nenhum escolheu quais máquinas entrariam e nenhum leu este texto antes de você. A Hajime não recebe comissão sobre nenhuma venda de impressora: o que existe é a condição especial que o parceiro dá a quem assina um plano. Mesmo assim, relação comercial é relação comercial, ela está declarada aqui em cima e você deve pesar isso ao ler o que vem abaixo. É por isso que cada máquina desta página também diz o que ela não faz.

Os três degraus, na ordem em que eu indico

Um profissional passa por momentos diferentes, e a máquina certa muda com o momento. A sequência abaixo é essa: comece pela base, evolua aos poucos e busque conhecimento para se tornar excelente.

  1. Impressora 3D de resina Elegoo Mars 5 Ultra, de corpo vertical com tampa transparente e tela sensível ao toque na frente.

    Você está começando

    Elegoo Mars 5 Ultra

    MSLA (LCD)

    Antes de comprar máquina cara, você precisa aprender o fluxo, treinar, errar bastante e descobrir se gosta desta parte da odontologia. Para isso a máquina certa é a versátil e barata.

    O que ela resolve

    • Modelo, guia cirúrgica, provisório e placa miorrelaxante na mesma máquina.
    • Autonivelamento de um clique.
    • Câmera com detecção por IA: mesa vazia, empenamento, acompanhamento em tempo real e time-lapse.

    O que ela não faz. A tela é peça de consumo e desgasta, como em qualquer LCD. É máquina de origem de consumo adaptada para odontologia, então a validação de cada resina passa a ser sua. E o próprio fabricante avisa que a detecção da câmera varia conforme ambiente, modelo e resina.

    Tela mono 9K de 7 polegadas, 8520 × 4320, pixel de 18 µm no XY. Mesa de 153 × 78 × 165 mm. Fonte: fabricante.

    Faixa observada. Faixa de R$ 2.000 a R$ 3.000 observada por Giovanni no mercado brasileiro.

  2. As duas impressoras da linha SprintRay Pro S lado a lado, com tampa vermelha translúcida sobre base clara e base escura, e tela sensível ao toque na frente.

    Você já imprime e quer subir de patamar

    SprintRay Pro 55 S

    DLP, feita para odontologia

    Aqui o salto é de tecnologia: DLP com chip da Texas Instruments no lugar de uma tela. Some o consumível que mais incomoda em LCD, e você passa a trabalhar em uma máquina desenhada para odontologia, com fluxo, resina e assistência do setor.

    O que ela resolve

    • Modelo, guia cirúrgica, placa, alinhador, base e dente de prótese, provisório, coroa, inlay, onlay e faceta.
    • Vida útil declarada da fonte de luz de 50.000 horas: sem tela para trocar.
    • Plataforma e cuba aquecidas, e monitoramento de vida útil da cuba.
    • Duas mesas na mesma linha: a Pro 55 S com 105 × 59 × 200 mm e 55 µm, e a Pro 95 S com 182 × 102 × 200 mm e 95 µm.

    O que ela não faz. A escolha entre as duas mesas é feita na compra, e não trocando a cuba: são duas máquinas. E ela ilustra a troca clássica da DLP, mesa maior significa pixel maior, então a Pro 95 S imprime mais de uma vez com quase o dobro do pixel. Não há preço publicado em real no Brasil, o que obriga a pedir orçamento para conseguir comparar.

    DLP com chip Texas Instruments, LED de 405 nm, feature mínimo de 55 µm, cuba de 400 mL. Fonte: ficha técnica do fabricante.

    Faixa observada. Sem preço publicado em real. Vendida no Brasil pela S.I.N. Implant System, que não publica valor: peça orçamento e some pós-cura e resina antes de comparar.

  3. SprintRay Midas, impressora de cápsula de corpo preto vertical, com três cápsulas de resina encaixadas no topo e tela sensível ao toque na frente.

    Você quer restaurar na cadeira, e já tem impressora

    SprintRay Midas

    DPS, cápsula pressurizada

    É a máquina que trouxe resina de carga cerâmica alta para dentro do consultório, com fluxo chairside. Marco real, e ainda assim o terceiro degrau, nunca o primeiro.

    O que ela resolve

    • Coroa, inlay, onlay e faceta em resina com cerca de 70% de carga cerâmica.
    • Três cápsulas ao mesmo tempo, em tons ou materiais diferentes.
    • Cerca de 8 a 9 minutos por coroa.

    O que ela não faz. Não imprime modelo, não imprime guia cirúrgica e não imprime placa. Você precisa de outra impressora ao lado, obrigatoriamente. Também exige lavagem e unidade de pós-cura separadas: ela não fecha um caso sozinha.

    Cápsula de uso único com plataforma integrada, resina de carga cerâmica com resistência flexural declarada acima de 200 MPa. Fonte: fabricante.

    Preço verificado. US$ 10.995 na loja oficial da SprintRay, consultado em 01/09/2026. Giovanni observa algo entre R$ 60 mil e R$ 80 mil no mercado brasileiro.

Sobre os preços desta página. Os marcados como verificados foram consultados por nós na loja do fabricante ou do distribuidor, com a data ao lado. Os marcados como faixa observada são o que Giovanni vê praticado no mercado brasileiro: servem de ordem de grandeza para você orçar, não são cotação e não valem como promessa. Preço de impressora muda rápido; confirme antes de comprar.

Por que nesta ordem, e não pelo preço

Vendedor vai querer te vender a máquina mais cara direto. E tem uma coisa que quase ninguém diz na hora da venda: mesmo peça fresada precisa de bom acabamento, e bom acabamento se faz em modelo. Bons protéticos repetem isso há anos. O modelo você vai imprimir onde? A Midas não imprime modelo. Então a máquina premium não substitui a primeira: ela se soma a ela.

É por isso que a sequência começa na máquina versátil. Aprenda no mais difícil, que é fazer dar certo com equipamento simples e processo bem feito, e depois evolua. Quem faz o caminho inverso compra capacidade que não usa e continua sem o processo.

Isto é experiência clínica, e não evidência. A ordem acima é a posição do Giovanni, construída no consultório e ensinando dentista. Não existe estudo comparando trajetórias de compra, e as comparações publicadas de exatidão mostram que a tecnologia da máquina pesa pouco: o que variou foi a máquina individual e a extensão da peça. Ou seja, as três máquinas desta página fazem guia boa; o que muda entre elas é para que servem, quanto duram e quanto custam para manter.

Comece pelo que você vai imprimir

Três cenários cobrem a quase totalidade dos consultórios. Encontre o seu antes de olhar qualquer ficha técnica.

Poucos casos por mês

Só guia e modelo

Volume de construção pequeno resolve. O que importa é o par resina e máquina estar validado e a máquina manter calibração.

Não precisa de mesa grande nem de máquina de laboratório. Guia é peça pequena.

Semanal

Guia, modelo, placa e provisório

Resinas de classes diferentes conviverem na mesma máquina, e uma unidade de pós-cura decente. Aqui a pós-cura deixa de ser detalhe.

Não precisa da máquina mais cara do catálogo. Precisa de processo repetível.

Diário, várias peças por lote

Laboratório ou clínica de alto volume

Mesa maior e tecnologia que cure a camada inteira de uma vez, porque aí encher a mesa quase não custa tempo. Redundância também conta: uma máquina parada para a produção.

Não faz sentido escalar em máquina de entrada e resolver no improviso.

Os critérios, por peso real

A ordem abaixo não é a ordem do folheto. Ela segue o que a literatura mostra que muda o resultado da peça.

Critério Peso Por quê
Par resina e máquina validado Alto Cura, lavagem e pós-cura mudam a citotoxicidade e a dimensão da peça. Ecossistema aberto transfere para você a responsabilidade de validar cada combinação.
Repetibilidade e calibração Alto Máquinas individuais variaram cerca de três vezes na veracidade dos modelos em estudo comparativo, dentro das mesmas famílias de tecnologia.
Unidade de pós-cura Alto Aparelhos de pós-cura diferentes produziram dureza, propriedade mecânica e grau de conversão diferentes. Um deles gerou 0,52% de contração de polimerização.
Suporte e assistência no Brasil Alto Tela e módulo de luz são peças de consumo. Máquina sem peça de reposição vira enfeite caro. Não existe comparação neutra publicada de suporte por marca, então pergunte a quem já comprou.
Tempo por lote Médio DLP e LCD curam a camada inteira de uma vez, então o tempo depende da altura e não da quantidade. Em SLA o tempo cresce com a área impressa.
Volume de construção Médio Em DLP existe troca real: quanto maior a mesa, menor a resolução, porque a matriz de pixels do projetor é fixa. Em LCD e SLA essa troca não é inerente.
Pixel no eixo XY Baixo Ajuda a comparar máquinas semelhantes, mas prevê pouco: a extensão da peça pesou mais que a tecnologia nas comparações de guias. Não compre por esse número.
Altura de camada Baixo É parâmetro de fatiamento, não medida de erro. É o número mais anunciado e o menos informativo da ficha técnica.
Repare que os dois números mais anunciados, pixel no XY e altura de camada, estão no fim da lista. Eles descrevem a máquina; não descrevem o erro da peça.

O custo que não aparece no orçamento

O preço da impressora é a menor parte da conta ao longo de um ano. Some o resto antes de comparar duas máquinas.

Item Observação
Resina Recorrente, e você vai precisar de mais de uma classe.
Álcool isopropílico 90% ou mais Recorrente e inflamável a partir de 12 °C. Existe solvente alternativo com ponto de fulgor muito mais alto.
Tela LCD Cerca de 500 horas nas telas coloridas e cerca de 2.000 nas monocromáticas.
Módulo de luz, em máquinas que o usam Vida útil contada em centenas de milhares de camadas.
Filme da cuba, luvas, filtro e papel Baixo por unidade, constante no mês.
Unidade de lavagem e pós-cura Custo de entrada frequentemente esquecido no orçamento.
Descarte de resíduo Resina não curada e álcool usado não vão para a pia.
Seu tempo Preparo, lavagem, pós-cura, remoção de suporte e manutenção. É o custo maior e o menos contabilizado.
Não publicamos preços porque os valores de varejo mudam de semana para semana e a maior parte é promocional. Peça três orçamentos e some as linhas acima em cada um.

Perguntas para fazer ao vendedor

  1. Quais resinas estão validadas nesta máquina, e com quais parâmetros?

    Peça o parâmetro de cura, o tempo de lavagem e o protocolo de pós-cura, por resina. Se a resposta for genérica, a validação vai ser sua.

  2. Qual é a vida útil da tela ou do módulo de luz, e qual o preço da peça?

    Esse número entra no custo por peça. Sem ele não dá para comparar duas máquinas.

  3. Onde é a assistência e qual o prazo médio de reparo?

    Máquina parada é produção parada. Prazo de reparo é informação comercial legítima de pedir por escrito.

  4. A unidade de lavagem e pós-cura está incluída?

    Se não estiver, some ao orçamento antes de comparar com o concorrente que inclui.

  5. Qual é o número e a classe de risco das resinas que vou usar?

    No Brasil, é a resina que carrega a regularização. Essa informação deve estar disponível sem esforço.

Onde a Hajime entra

A Hajime não vende impressora. O que existe é o Clube de Vantagens, com condições especiais junto a parceiros em implante, escâner, impressora, laboratório, enceramento e literatura, para quem assina qualquer plano. A indicação desta página vem da prática do Giovanni, e a relação com quem vende essas máquinas está declarada no topo, para você pesar as duas coisas.

Agora o que importa mais que a máquina: se o que falta é o processo, comprar equipamento não resolve. Aprenda o fluxo inteiro, da tomografia à peça pronta, e depois compre a máquina que o seu volume justifica. É nessa ordem que o investimento se paga.

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Perguntas frequentes

Qual a melhor impressora 3D para odontologia?

Não existe "a melhor", existe a certa para o seu momento. Para quem está começando, a indicação do Giovanni é a Elegoo Mars 5 Ultra, por custo e versatilidade. Para quem já imprime e quer subir de patamar, a SprintRay Pro 55 S, que é DLP e não tem tela de consumo. Para quem quer restaurar na cadeira e já tem impressora, a SprintRay Midas. Duas dessas máquinas são vendidas por parceiros do Clube de Vantagens da Hajime e uma não, e a página declara isso no topo. Vale lembrar o dado técnico que trabalha contra qualquer ranking: nas comparações publicadas, a tecnologia da impressora teve impacto limitado sobre a exatidão das guias, e o que variou foi a máquina individual e a extensão da peça.

Começo com uma impressora barata ou já invisto em uma profissional?

A posição do Giovanni é começar pela barata e versátil, e a razão não é orçamento: é que você precisa aprender o fluxo, treinar e descobrir se gosta desta parte da odontologia antes de comprar capacidade que talvez não use. Depois disso vale dizer o resto. Depende do que você vai imprimir e de quanto uma peça refeita custa para você. Para guia e modelo em baixo volume, a literatura não sustenta que só máquina cara entregue exatidão aceitável. O que muda com o investimento é validação, previsibilidade, consumível e assistência. A pergunta útil não é o preço da máquina, é o custo de uma cirurgia remarcada porque a guia não assentou.

A Midas substitui a minha impressora atual?

Não, e este é o ponto que mais se perde na hora da venda. A Midas imprime coroa, inlay, onlay e faceta; ela não imprime modelo, não imprime guia cirúrgica e não imprime placa. Como bom acabamento de restauração se faz em modelo, inclusive em peça fresada, você continua precisando de uma impressora que imprima modelo ao lado dela. Ela se soma à sua máquina, não a substitui.

E a SprintRay Pro 2, que tem duas cubas?

É uma máquina forte e vale considerar, mas por outro motivo. A SprintRay descreve a Pro 2 como "Optical Panel technology", e não como DLP, que é o termo que ela usa explicitamente para a linha Pro S. O que a Pro 2 tem de particular são dois kits, o Standard com mesa grande e o Arch com plataforma e cuba menores para gastar menos resina, além de 385 nm e 35 µm. Na linha Pro S a lógica é outra: as duas mesas são dois modelos diferentes, a Pro 55 S e a Pro 95 S, escolhidos na compra. Se a sua prioridade é trocar de cuba conforme o caso, olhe a Pro 2; se é não ter tela de consumo, olhe a Pro S.

Como sei se uma impressora é DLP mesmo?

Procure a declaração do fabricante, não a do vendedor. DLP usa projetor com matriz de microespelhos, e quem é DLP costuma dizer isso com todas as letras, às vezes citando o chip. Se a ficha falar em tela monocromática, matriz de LEDs, MSLA ou LCD, é LCD. Isso importa porque o termo é usado de forma solta no varejo brasileiro: a Rayshape Edge Mini, por exemplo, é vendida como máquina profissional e é LCD pela declaração do próprio fabricante, que descreve tela mono de 6,23 polegadas com LEDs de 405 nm. Nós mesmos já publicamos essa confusão neste site e corrigimos. A consequência prática é o consumível: LCD tem tela que desgasta e é trocada, DLP não.

A Hajime ganha alguma coisa se eu comprar por esses parceiros?

Não. A Hajime não recebe comissão sobre venda de impressora. O que existe é o Clube de Vantagens: Makertech Labs, que revende Elegoo, e Straumann, que comercializa uma versão da Midas, são parceiras e dão condições especiais a quem assina um plano, e o benefício fica com o assinante. A S.I.N., que vende a linha Pro S da SprintRay, não é parceira do Clube. Foi Giovanni quem procurou esses parceiros, porque já usava e confiava nos produtos, e nenhum deles pagou por esta indicação, escolheu as máquinas ou revisou este texto. Ainda assim a relação existe, está declarada no topo da página, e você decide o peso que ela tem.

DLP ou LCD, qual escolher?

Ambas curam a camada inteira de uma vez, então o tempo depende da altura da peça e não da quantidade. A diferença prática está em outro lugar: em DLP existe troca entre volume de construção e resolução, porque a matriz de pixels do projetor é fixa; em LCD, o consumível que desgasta é a tela, que dura cerca de 500 horas nas coloridas e cerca de 2.000 nas monocromáticas. Some o consumível ao preço da máquina antes de comparar.

Que tamanho de mesa eu preciso?

Menos do que parece, se você imprime guia e modelo. Guia é peça pequena. Mesa grande passa a valer quando você imprime lote, e nesse caso vale lembrar que em DLP mesa maior significa pixel maior. Comprar volume que você não usa custa resolução, em algumas tecnologias.

Preciso comprar a unidade de lavagem e pós-cura junto?

Sim, e trate como parte da impressora, não como acessório. A pós-cura define biocompatibilidade e dimensão da peça. Estudos mostraram diferença de dureza, propriedade mecânica e grau de conversão entre aparelhos de pós-cura, e um deles produziu 0,52% de contração. Orçamento de impressora sem pós-cura é orçamento incompleto.

Posso usar resina de qualquer marca na minha impressora?

Tecnicamente muitas máquinas aceitam, e é aí que mora o risco. O que está validado é a combinação de resina, parâmetro de cura, lavagem e pós-cura. Trocar de resina sem revalidar significa assumir que os parâmetros antigos servem, e a evidência sobre citotoxicidade mostra que essa suposição pode custar caro. Se for usar ecossistema aberto, saiba que a validação passou a ser sua.

Vale a pena imprimir na clínica ou terceirizar?

É uma conta de volume e de tempo, não de tecnologia. Imprimir dentro exige espaço, processo, consumível, descarte e sobretudo a sua atenção em cada etapa do pós-processamento. Muita gente entra no fluxo digital terceirizando planejamento e impressão, entende o processo por dentro e depois internaliza o que faz sentido. Não existe ordem obrigatória.

Quais marcas existem no mercado brasileiro?

O mercado brasileiro é dividido em duas faixas. De um lado, máquinas de origem de consumo revendidas para odontologia, combinadas com resinas odontológicas regularizadas no Brasil, e é aí que entra a Elegoo. De outro, máquinas posicionadas como odontológicas, com preço bem mais alto, onde entra a SprintRay. Como a responsabilidade regulatória no Brasil recai sobre a resina, a primeira faixa é viável na prática. Indicamos três modelos nesta página, mas não pretendemos listar o catálogo inteiro: preço e disponibilidade mudam rápido demais para isso.

Como sei que a impressora está entregando o que promete?

Medindo. Imprima uma peça de geometria conhecida, escaneie e compare com o arquivo. Repita depois de trocar de resina, de tela e de lote. É o mesmo raciocínio dos estudos de veracidade: sem medir, você está confiando na ficha técnica, e a ficha técnica não é medida de erro dimensional.

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Referências

  1. Rouzé l'Alzit F, Cade R, Naveau A, Babilotte J, Meglioli M, Catros S. Accuracy of commercial 3D printers for the fabrication of surgical guides in dental implantology. Journal of Dentistry, 2021;113:103909. Ver estudo
  2. Kim CM, Cho JH, Jung HD, Park JM. Effect of tooth preparation and 3D printer type on the trueness of printed casts. The Journal of Prosthetic Dentistry, 2023. Ver estudo
  3. Herschdorfer L, Negreiros WM, Gallucci GO, Hamilton A. Comparison of the accuracy of implants placed with CAD-CAM surgical templates manufactured with various 3D printers. The Journal of Prosthetic Dentistry, 2020;125(6):905-910. Ver estudo
  4. Wulff J, Schweikl H, Rosentritt M. Cytotoxicity of printed resin-based splints: influence of material, print orientation, post-processing and washing. Journal of Dentistry, 2022;120:104097. Ver estudo
  5. Alamo L, Cassiano AFB, Silva JC, et al.. Cytotoxicity of 3D-printed resins for interim restorations on an organotypic oral mucosa model. The Journal of Prosthetic Dentistry, 2022. Ver estudo
  6. Wu J, Li Y, Chen J, et al.. Effect of fabrication method and number of supporting teeth on the trueness and dimensional stability of implant surgical guides. The Journal of Prosthetic Dentistry, 2024. Ver estudo